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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Irão alerta para "danos irreversíveis" nas infraestruturas regionais caso centrais elétricas sejam atacadas

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Irão alerta para "danos irreversíveis" nas infraestruturas regionais caso centrais elétricas sejam atacadas

Infraestruturas críticas e instalações energéticas no Médio Oriente podem ser "irreversivelmente destruídas" caso as centrais elétricas iranianas sejam atacadas, avançou o presidente do Parlamento iraniano. A reação de Teerão surge depois do presidente norte-americano ter avisado que as infraestruturas seriam visadas caso o Estreito de Ormuz não esteja "totalmente aberto" dentro de 48 horas. Acompanhamos aqui o evoluir da situação do conflito no Médio Oriente.

Cristina Sambado - RTP /

Majid Asgaripour - WANA via Reuters

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Momento-Chave
RTP /

Eslovénia limita abastecimento de combustíveis face à procura de países vizinhos

A Eslovénia impôs, desde as 00:00 de hoje, um limite de abastecimento de combustível de 50 litros por dia para particulares e de 200 litros para empresas, face à escassez provocada pela elevada procura, acentuada por condutores de países vizinhos.

A limitação decidida pelo Governo vai manter-se em vigor “até nova ordem”, com o objetivo de mitigar os problemas de abastecimento que se verificaram nos últimos dias, com longas filas nos postos e com o fim do combustível nalguns locais, refere a agência de notícias eslovena STA.

Os preços dos combustíveis na Eslovénia são mais baixos do que em países vizinhos, como a Itália e a Áustria, o que tem aumentado a procura pelos postos de abastecimento eslovenos.

O Governo também mobilizou o exército, para garantir o abastecimento e o transporte de combustível.
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RTP /

Trump ameaça destruir centrais elétricas do Irão

Donald Trump deu 48 horas ao Irão para reabrir na totalidade o estreito de Ormuz. Se não o fizer, os norte-americanos destroem as centrais elétricas iranianas.

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Rosário Lira - Antena 1 /

Alerta da Confederação dos Agricultores. Impacto da guerra "vai ser enorme" se não houver redução dos impostos e taxas no gasóleo agrícola

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) alerta para a necessidade de apoios diretos, se a guerra no Irão se prolongar.

Imagem e edição vídeo: Pedro Chitas

Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena1 e do Jornal de Negócios, o presidente da CAP, Álvaro Mendonça e Moura, avisa que o impacto vai ser enorme com consequências não só para os agricultores, mas também para o consumidor final, se não houver redução dos impostos e taxas no gasóleo agrícola.

Álvaro Mendonça e Moura defende ajudas a fundo perdido para os agricultores afetados pelas tempestades e que é preciso ir buscar dinheiro ao Orçamento do Estado porque as verbas do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) não são suficientes. Nem o PEPAC chega para apoiar, nem a reserva de crise da União Europeia (UE).

Neste sentido, o presidente da CAP considera que, se o primeiro-ministro não está preocupado com os défices excessivos, então que isso não o impeça de ajudar quem precisa, e deseja que por causa da guerra, quem sofreu com as tempestades não seja esquecido.

Nesta entrevista ao Conversa Capital, o presidente da CAP diz acreditar que pode haver acordo entre Governo e parceiros e que isso está mais perto de acontecer, e que a CAP está disponível para assinar o acordo se o mesmo não diminuir a possibilidade de ter mais mão de obra disponível.

A entrevista ao presidente da CAP é conduzida por Rosário Lira, da Antena 1, e Diana do Mar, do Jornal de Negócios.
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RTP /

RTP em Arad, uma das cidades israelitas atingidas pelo Irão

Os repórteres da RTP, Paulo Jerónimo e José Pinto Dias, estão em Arad, uma das cidades israelitas que foi atingida no sábado por mísseis iranianos.

Em Arad, pelo menos 12 prédios foram afetados e três deles ficaram totalmente destruídos. Ainda antes do ataque a Arad, a cidade de Dimona também foi atingida.
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RTP /

Mísseis iranianos atingiram duas cidades de Israel

A última noite muito difícil para Israel. O sul do país foi atingido por mísseis iranianos que fizeram mais de 100 feridos, alguns em estado grave, nas cidades de Dimona e Arad, próximas de um complexo nuclear.

Benjamin Netanyahu promete ataques em todas as frentes.
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RTP /

Israel reporta deteção de mísseis iranianos

O exército israelita afirma ter detetado uma onda de mísseis iranianos a dirigir-se para o país e acrescentou que os habitantes das áreas afetadas receberão alertas nos seus telemóveis e aconselhou-as a seguir o procedimento padrão de procurar abrigo.
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RTP /

Turquia discute formas de pôr fim ao conflito

O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Hakan Fidan, discutiu medidas para pôr fim à guerra entre o Irão, os Estados Unidos e Israel com os seus homólogos do Irão e do Egito, bem como com responsáveis norte-americanos e da União Europeia, informou este domingo uma fonte diplomática turca.
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RTP /

Crescente Vermelho Iraniano afirma que mais de 81 mil unidades civis foram danificadas

Mais de 81 mil unidades civis foram danificadas em ataques conjuntos entre os EUA e Israel em todo o Irão, afirmou a Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano.

Os danos causados a estas unidades, bem como os ataques a centros médicos, escolas, ambulâncias e trabalhadores humanitários, constituem uma violação “clara” do direito internacional humanitário e das Convenções de Genebra, declarou a organização, em referência aos tratados internacionais que contêm regras que limitam a guerra.
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RTP /

Omã afirma que cidadãos foram repatriados em segurança do Irão

O Omã afirma que um grupo dos seus cidadãos regressou em segurança a casa vindo do Irão, enquanto os esforços de repatriamento continuam.

Num comunicado divulgado pela Agência de Notícias de Omã, o Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que a evacuação foi realizada por via terrestre e aérea, coordenada pelas missões diplomáticas em Teerão e Ancara.

Acrescentou que a monitorização dos cidadãos omanitas no estrangeiro continua “24 horas por dia” para garantir a sua segurança.
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Alerta da OMS
RTP /

Guerra atingiu um "estágio perigoso" após ataques a instalações nucleares

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que os ataques a instalações nucleares no Irão e em Israel levaram a guerra a um "estágio perigoso".

"A guerra no Médio Oriente atingiu um estágio perigoso, com relatos de ataques que atingiram o Complexo de Enriquecimento de Natanz, no Irão, e a cidade israelita de Dimona, onde se encontra uma instalação nuclear", escreveu numa publicação na rede social X. "Não foram relatados indícios de níveis anormais ou elevados de radiação fora das instalações".


"Os ataques contra instalações nucleares representam uma ameaça crescente à saúde pública e à segurança ambiental".

"Apelo urgentemente a todas as partes para que exerçam a máxima contenção militar e evitem quaisquer ações que possam desencadear incidentes nucleares".

Os comentários de Tedros Adhanom Ghebreyesus surgem após um míssil iraniano ter atingido a cidade israelita de Dimona, perto de uma instalação nuclear, numa ação que o Irão classificou de retaliação por ataques contra a sua própria instalação nuclear em Natanz.

"A guerra no Médio Oriente atingiu uma fase perigosa, com relatos de ataques a um míssil iraniano na cidade de Dimona, perto de uma instalação nuclear. O Irão afirmou que a ação foi uma retaliação pelos ataques contra a sua própria instalação nuclear em Natanz."

Dimona alberga uma instalação nos arredores da cidade principal, amplamente considerada como detentora do único arsenal nuclear do Médio Oriente, embora Israel nunca tenha admitido possuir armas nucleares.
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RTP /

Ataques com mísseis iranianos obrigaram à retirada de 2.700 israelitas

O Ministério do Bem-Estar e da Segurança Social de Israel informou que está a assistir mais de 2.700 pessoas forçadas a abandonar as suas casas devido aos ataques iranianos, segundo relatos dos meios de comunicação israelitas.

O número inclui cerca de mil residentes que evacuaram as cidades de Arad e Dimona, no sul do país, que foram fortemente atacadas durante a noite.

O serviço de emergência israelita informou que pelo menos 180 pessoas das duas cidades foram hospitalizadas devido aos ataques.
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RTP /

Papa diz que guerras como as do Médio Oriente são "escândalo" para a humanidade

O Papa Leão XIV considerou hoje, após a oração do Angelus, que o sofrimento causado pelas guerras no Médio Oriente e noutras regiões do mundo é “um escândalo para a humanidade” e uma afronta a Deus.

“Queridos irmãos e irmãs, continuo a acompanhar com consternação a situação no Médio Oriente e noutras regiões do mundo devastadas pela guerra e pela violência. Não podemos permanecer em silêncio diante do sofrimento de tantas vítimas indefesas desses conflitos”, disse o pontífice americano da janela do Palácio Apostólico, diante das centenas de fiéis que, apesar da chuva, se juntaram na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Papa Leão XIV considerou que o que fere as vítimas dos conflitos “fere toda a humanidade”.

“A morte e a dor causadas por essas guerras são um escândalo para toda a família humana e um grito de afronta a Deus. O que os fere, fere toda a humanidade”, acrescentou.

Na sua mensagem do Angelus, o Papa apelou ao diálogo “sincero” para pôr fim aos conflitos e à crise desencadeada pelo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, que não mencionou explicitamente.

“Renovo veementemente meu apelo para que perseveremos na oração para que as hostilidades cessem e os caminhos para a paz se abram finalmente, fundados no diálogo sincero e no respeito à dignidade de cada pessoa humana”, concluiu.
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RTP /

Netanyahu apela aos líderes mundiais para se juntarem à guerra EUA-Israel contra o Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou hoje, durante uma visita ao local de um ataque com míssil iraniano, que Israel está a “esmagar” o inimigo e a “vencer a batalha” contra o Irão.

Netanyahu visitou Arad, cidade no sul de Israel, onde um míssil atingiu prédios residenciais na noite de sábado, ferindo mais de 60 pessoas, dez delas gravemente, isto depois de outro míssil também ter atingido a cidade vizinha de Dimona.

Na visita, o primeiro-ministro israelita também instou outros países a juntarem-se à ofensiva contra a nação persa.

A onda de mísseis iranianos na região ocorreu após o Irão denunciar um ataque ao complexo de enriquecimento de urânio de Natanz.

Em declarações aos jornalistas, divulgadas pelo seu gabinete, Netanyahu afirmou que “Israel e os Estados Unidos estão a trabalhar juntos para o bem do mundo”.

“É hora de os líderes dos outros países se juntarem a nós. Tenho o prazer de dizer que vejo alguns indícios nessa direção, mas é preciso mais”, acrescentou a um grupo de jornalistas selecionados e numa visita em que a grande maioria dos meios de comunicação teve o acesso negado.

Segundo Netanyahu, o Irão e os Estados Unidos estão “a vencer esta batalha” e “a esmagar o inimigo”, mantendo-se “firmes” nos objetivos desta guerra, nomeadamente “desmantelar completamente o programa nuclear, o programa de mísseis e a capacidade de produzir os componentes para ambos os programas” do Irão.

“Estamos no caminho certo para alcançar isso”, acrescentou, referindo que estão a ser criadas condições para que o povo iraniano derrube o regime iraniano.

“Espero que também alcancemos esse objetivo”, disse.
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RTP /

Irão anuncia "graves danos" nas infraestruturas de água e energia

As infraestruturas de água e energia do Irão sofreram danos significativos após ataques aéreos conjuntos entre os Estados Unidos e Israel, declarou o ministro da Energia em Teerão, no domingo.

"A infraestrutura vital de água e eletricidade do país sofreu graves danos em resultado de ataques terroristas e cibernéticos levados a cabo pelos Estados Unidos e pelo regime sionista", disse Abbas Aliabadi, citado pela agência de notícias ISNA.

Segundo o governante, “os ataques atingiram dezenas de instalações de transmissão e tratamento de água e destruíram partes de redes de abastecimento críticas", acrescentando que estavam em curso esforços para reparar os danos.
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RTP /

Irão reafirma força militar no meio de alegações dos EUA de degradação das capacidades de defesa

O vice-ministro iraniano da Defesa, Reza Talaei-Nik, transmitiu uma mensagem desafiante sobre o estado da guerra em resposta a uma avaliação dos EUA de que a capacidade militar de Teerão foi degradada.

Em declarações divulgadas pelos meios de comunicação iranianos, Talaei-Nik disse que os ataques contínuos contra países da região mostram que as forças iranianas podem contar com “reservas estratégicas e produção nacional”.

Afirmou que duas décadas de investimentos na produção de armamento, especialmente mísseis e drones, permitem à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) atingir alvos com “precisão e eficácia”.

Talaei-Nik disse que os ataques com mísseis, drones e unidades navais da IRGC, utilizando mísseis de cruzeiro a partir da costa, a partir de navios e do interior, indicam “um aumento da precisão dos impactos” em comparação com as primeiras semanas da guerra.

Em relação ao Estreito de Ormuz, afirmou que as forças armadas iranianas controlam de facto e definem a segurança da via navegável, por onde passam 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito.
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Desde o início do conflito
RTP /

Irão disparou 400 mísseis contra Israel e 92% foi intercetado

O Irão disparou mais de 400 mísseis balísticos contra Israel desde o início da guerra entre Israel e os Estados Unidos, dos quais 92% foram intercetados, afirmou este domingo um porta-voz do exército israelita.

Desde 28 de fevereiro, "o Irão disparou mais de 400 mísseis balísticos" contra Israel, disse o porta-voz militar Nadav Shoshani. "Obtivemos excelentes taxas de interceção, aproximadamente 92% de sucesso", em "quatro alvos de impacto direto", acrescentou.
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RTP /

Irão alerta para "danos irreversíveis" nas infraestruturas regionais caso centrais elétricas sejam atacadas

Infraestruturas críticas e instalações energéticas no Médio Oriente podem ser "irreversivelmente destruídas" caso as centrais elétricas iranianas sejam visadas, disse o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, em declarações publicadas no X no domingo.

"Imediatamente após as centrais eléctricas e as infra-estruturas do nosso país serem visadas, as infra-estruturas vitais, bem como as instalações de energia e petróleo em toda a região, serão consideradas alvos legítimos e serão destruídas de forma irreversível". 

O comentário surge depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter avisado que as centrais elétricas iranianas seriam visadas caso o Estreito de Ormuz não esteja "totalmente aberto" dentro de 48 horas.

Qalibaf afirmou que a infraestrutura regional se tornaria "alvo legítimo" caso as instalações iranianas fossem atingidas, e que a retaliação aumentaria o preço do petróleo.
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RTP /

Três cidadãos turcos entre os seis mortos em queda de helicóptero no Catar

Três cidadãos turcos, incluindo um militar, seguiam a bordo do helicóptero que caiu em águas territoriais do Catar, juntamente com três militares qataris, anunciou hoje o Ministério da Defesa turco.

"Um helicóptero das Forças Armadas do Catar, que realizava um exercício de treino como parte do Comando Conjunto Catar-Turquia, caiu no mar", afirmou o Ministério turco da Defesa em comunicado na rede social X.

"Um membro das Forças Armadas turcas e dois técnicos da Aselsan", o gigante turco da indústria de defesa, morreram no acidente, acrescentou o comunicado.

Cinco passageiros e um piloto morreram, enquanto um segundo piloto continua desaparecido, segundo as autoridades qataris.
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RTP /

Exército israelita afirma ter morto operativo do Hamas no Líbano

O exército israelita afirma ter morto um operativo do Hamas no Líbano, que, segundo alega, estava envolvido no financiamento das atividades do grupo.

Em comunicado, afirmou que Walid Muhammad Dib foi alvo de um ataque realizado no início desta semana sob ordens da agência de inteligência Shin Bet.

Israel alega que Dib era responsável pela transferência de fundos para as redes do Hamas na Cisjordânia ocupada, no Líbano e noutros locais, bem como pelo recrutamento de operacionais.
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RTP /

Seis pessoas morreram na queda de um helicóptero no Catar

Seis pessoas morreram na queda de um helicóptero em águas territoriais do Catar e uma pessoa está desaparecida, anunciou hoje o Ministério do Interior qatari na rede social X.

O Ministério da Defesa do Catar tinha indicado, anteriormente, que um helicóptero tinha caído após uma "falha técnica" durante um "voo de rotina", sem especificar o tipo de aeronave ou a natureza da missão.

As operações de busca recuperaram os corpos de seis vítimas, enquanto prossegue a busca pelo outro ocupante da aeronave.

O Catar não divulgou as identidades das vítimas e nem outros detalhes sobre o helicóptero.

A queda acontece quando há uma crescente tensão na região, após o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão em 28 de fevereiro.
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Casas de libaneses
RTP /

Israel ordena demolição de habitações em "aldeias da linha da frente"

O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou no domingo que ele e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu instruíram os militares para acelerar a demolição de casas de libaneses em "aldeias na linha da frente" para pôr fim às ameaças às comunidades israelitas.

Os militares receberam ordens para destruir imediatamente todas as pontes sobre o rio Litani, no Líbano, que, segundo o governante, eram utilizadas para "atividades terroristas", disse Katz num comunicado divulgado pelo seu gabinete.
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RTP /

Novo ataque de colonos israelitas a várias aldeias na Cisjordânia ocupada

Colonos israelitas atacaram várias aldeias palestinianas na Cisjordânia ocupada durante a madrugada de sábado para domingo, causando feridos e danos materiais, segundo a agência de notícias palestiniana Wafa e o exército israelita.

Citando o Crescente Vermelho Palestiniano, a Wafa reportou pelo menos três pessoas feridas e veículos incendiados em ataques de colonos às aldeias de Jaloud e Qaryout, na região de Nablus.

A agência também relatou ataques semelhantes na aldeia de Fandaqumiya, perto de Jenin.

Num comunicado divulgado no domingo, o exército israelita confirmou os ataques: "Na noite passada (sábado), as Forças de Defesa de Israel (IDF) e a Polícia de Fronteiras foram enviadas para várias aldeias palestinianas na região da Judeia e Samaria (Cisjordânia) após relatos de ataques incendiários contra edifícios e propriedades por civis israelitas, bem como distúrbios na área."

Segundo a Wafa, "um grande grupo de colonos invadiu a aldeia de Jaloud, incendiando casas e veículos, danificando residências e partindo janelas, enquanto cidadãos palestinianos tentavam confrontá-los e apagar os incêndios".

A agência descreveu "uma série de ataques em toda a Cisjordânia".
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RTP /

Bahrein intercetou 145 mísseis e 246 drones desde o início da guerra com o Irão

As forças de defesa do Bahrein afirmam ter intercetado e destruído 145 mísseis e 246 drones desde o início da guerra.

Em comunicado, os militares disseram que os seus sistemas de defesa aérea continuam a combater "ondas sucessivas" de ataques, que atribuíram ao Irão.

Afirmaram que as interceções ocorreram desde o início do que descreveram como uma escalada contínua.

O comunicado instou o público a ter cuidado, a evitar áreas danificadas ou objetos suspeitos e a não filmar operações militares ou locais de impacto.

Acrescentaram que a utilização de "mísseis balísticos e drones para atingir infraestruturas civis e propriedade privada constitui uma violação flagrante do direito internacional humanitário".
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RTP /

Hezbollah atacou soldados israelitas em Misgav Am

O Hezbollah reivindicou a autoria de um ataque contra soldados israelitas em Misgav Am, no norte de Israel, no domingo, onde uma pessoa morreu, segundo os serviços médicos israelitas.

Em comunicado, o movimento pró-Irão afirmou ter atacado "uma concentração de soldados israelitas inimigos" em Misgav Am com "uma salva de rockets", numa série de ataques que reivindicou contra as tropas israelitas no norte de Israel e no sul do Líbano.
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RTP /

Senador democrata afirma que Trump "perdeu o controlo" da guerra contra o Irão

O presidente Trump “perdeu o controlo da guerra” contra o Irão e está em pânico, segundo o senador democrata norte-americano Chris Murphy.

Murphy, membro importante da Comissão de Relações Exteriores do Senado, é um dos muitos deputados que criticam a condução da operação militar conjunta EUA-Israel no Irão, que dura há quatro semanas.

Trump ameaçou “aniquilar” as centrais elétricas do Irão caso o governo não reabrisse o estreito de Ormuz.

Anteriormente, Murphy também descreveu a operação militar como “a guerra insana de Trump” e afirmou que está a começar a afetar negativamente toda a economia norte-americana, após um forte aumento dos preços dos combustíveis.
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Fações armadas iraquianas pró-Irão reivindicaram autoria
RTP /

Oito ataques noturnos atingem centro americano no aeroporto de Bagdad

Oito ataques noturnos atingiram um centro diplomático e logístico norte-americano no Aeroporto Internacional de Bagdad, informou este domingo um responsável de segurança iraquiano.

"Oito ataques distintos, realizados até de madrugada com rockets e drones, atingiram" este centro norte-americano no aeroporto, disse um alto responsável de segurança à AFP. "Alguns rockets caíram perto da base", acrescentou.

Um segundo responsável de segurança mencionou pelo menos seis ataques. Um veículo que transportava um sistema de lançamento de rockets foi encontrado no distrito de Al-Jihad, perto do aeroporto, segundo fonte policial, enquanto fações armadas iraquianas pró-Irão reivindicaram a autoria dos ataques contra interesses americanos de apoio ao Irão, alvo de uma ofensiva israelo-americana.
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RTP /

Ataque iraniano a duas cidades israelitas provocam mais de 100 feridos

O Irão atacou o sul de Israel e atingiu duas cidades: Dimona e Arad onde mais de 100 pessoas ficaram feridas. Dez estão em estado grave.

A cidade de Dimona, no sul de Israel, está situada a aproximadamente 13 quilómetros de uma instalação de pesquisa nuclear.

A Agência Internacional de Energia Atómica refere que não tem qualquer informação de estragos no centro nuclear de Negev.

Há também informação de uma vítima mortal na zona norte de Misgav Am. Um veículo foi atingido por um projétil disparado do Líbano. 

O ministro da Segurança Nacional de Israel foi a Arad e avisa que Telavive vai continuar a lutar contra os inimigos. 

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Lusa /

Teerão visará centrais de dessalinização na região, se Trump atacar centrais iranianas

O exército iraniano anunciou no domingo que atacará as infraestruturas energéticas e as instalações de dessalinização de água na região, caso Donald Trump concretize as ameaças de destruir as centrais elétricas iranianas.

"Se a infraestrutura petrolífera e energética do Irão for atacada pelo inimigo, todas as infraestruturas energéticas, de tecnologia da informação e de dessalinização de água pertencentes aos Estados Unidos e ao regime da região serão alvo de ataques", declarou o porta-voz do comando operacional do exército, Khatam al-Anbiya, num comunicado publicado pela agência Fars.

A fonte não especificou a que "regime" se referia.

Antes, Donald Trump deu ao Irão 48 horas para abrir o Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo, sob pena de destruir as centrais elétricas iranianas.

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RTP /

A ameaça de Trump e a reposta do Irão

No sábado, Trump ameaçou "aniquilar" as centrais nucleares do Irão caso Teerão não reabrisse completamente o estreito de Ormuz no prazo de 48 horas, uma escalada significativa apenas um dia depois de ter falado em "encerrar" a guerra, que já dura há quatro semanas.

O Irão avisou no domingo que atacaria as infraestruturas dos EUA, incluindo as instalações energéticas no Golfo, caso Trump cumprisse a ameaça, feita enquanto os fuzileiros navais e as embarcações de desembarque pesadas dos EUA continuam a dirigir-se para a região.

Mais de duas mil pessoas morreram durante a guerra iniciada pelos EUA e Israel a 28 de fevereiro, que abalou os mercados, fez subir os preços dos combustíveis, alimentou receios de inflação global e desestabilizou a aliança ocidental do pós-guerra.

Os ataques iranianos fecharam efetivamente o Estreito de Ormuz, um estreito ponto de estrangulamento que transporta cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo e gás natural liquefeito, provocando a pior crise petrolífera desde a década de 1970. O seu quase encerramento fez com que os preços do gás na Europa subissem até 35% na semana passada.

"Se o Irão não ABRIR COMPLETAMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 HORAS a contar deste preciso momento, os Estados Unidos da América atacarão e destruirão as suas várias CENTRALES ELÉTRICAS, COMEÇANDO PELA MAIOR!", publicou Trump nas redes sociais no sábado.

Horas depois, o representante do Irão na agência marítima da ONU afirmou que o estreito se mantinha aberto a toda a navegação, exceto às embarcações ligadas aos "inimigos do Irão".
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RTP /

Combustíveis voltam a subir. Portugueses continuam a abastecer em Espanha

O preço dos combustíveis volta a subir em Portugal na segunda-feira. No sentido contrário, em Espanha os combustíveis descem já a partir da meia-noite devido à redução do IVA.

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Israel contradiz Trump e afirma que os ataques contra o Irão vão intensificar-se

Donald Trump disse que os Estados Unidos consideram "abrandar" a guerra com o Irão. Em sentido contrário, o ministro da Defesa de Israel afirmou que os ataques contra o Irão vão intensificar-se na próxima semana.

Os dois países atacaram a instalação de enriquecimento nuclear iraniana de Natanz.
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"Temos de estar preparados para impacto direto brutal nos consumidores", Confederação dos Agricultores avisa para consequências da guerra

A CAP alerta: se não houver redução dos impostos e taxas no gasóleo agrícola, o impacto vai ser enorme com consequências não só para os agricultores, mas também para o consumidor final.

Imagem e edição vídeo: Pedro Chitas

Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena1 e do Jornal de Negócios, o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Álvaro Mendonça e Moura, fala mesmo na necessidade de apoios diretos, se a situação se prolongar no tempo.

O presidente da CAP faz as contas ao aumento de 20 cêntimos por litro, que foi o registado na primeira semana de março, para concluir que, apenas considerando este valor no final de março, o impacto nos custos para os agricultores seria de mais 3,7 milhões de euros e a receita para o Estado de mais 424 mil euros.
Cerca de 25 por cento do preço de venda ao público são taxas e imposto e, por isso, é aí que tem de incidir a redução. Alerta que já foi dado ao Governo, mas a CAP ainda não obteve resposta. A medida já devia estar em vigor.
Sobre o impacto do carrocel de tempestades na agricultura, Álvaro Mendonça e Moura adianta que, no início de março, estimava-se que os prejuízos ascendessem aos 500 milhões de euros e, até ao momento, para além do apoio imediato dos 5 mil euros e nalguns casos dos 10 mil euros, nada mais está a acontecer. A CAP defende que têm de existir ajudas a fundo perdido.
Álvaro Mendonça e Moura diz que as verbas do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) não são suficientes e que é preciso ir buscar dinheiro ao Orçamento do Estado.
Adianta também que a reserva de crise da União Europeia (UE) terá de ser dividida com outros países e também não será suficiente.
Neste sentido, o presidente da CAP considera que, se o primeiro-ministro não está preocupado com os défices excessivos, então que isso não o impeça de ajudar quem precisa.
Álvaro Mendonça e Moura vai mesmo mais longe e diz que espera que, por causa da guerra, quem sofreu com as tempestades não seja esquecido.
Nesta entrevista ao Conversa Capital, o presidente da CAP revela também que vai ser necessária uma intervenção direta do Governo no mercado da madeira

Se o controlo dos preços não existir, vai-se assistir a uma descida abrupta dos preços devido ao excesso de madeira, resultante das tempestades, com graves riscos para os produtores. Neste sentido, Álvaro Mendonça e Moura já enviou uma carta ao Governo a alertar.
 Sobre a concertação social, o presidente da CAP acredita que pode haver acordo entre Governo e parceiros e que isso está mais perto de acontecer. A CAP está disponível para assinar o acordo se o mesmo não diminuir a possibilidade de ter mais mão de obra disponível.
 Até ao momento através da via verde já chegaram a Portugal para trabalhar na agricultura, em 110 empresas, 1600 trabalhadores.

A entrevista ao presidente da CAP é conduzida por Rosário Lira, da Antena 1, e Diana do Mar, do Jornal de Negócios.
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